sexta-feira, 17 de agosto de 2012

TEXTO PARA REFLEXÃO

PRENDENDO A DESAPRENDER

Passamos a vida inteira ouvindo os sábios conselhos dos outros. Tens que aprender a ser mais flexível, tens que aprender a ser menos dramática, tens que aprender a ser mais discreta, tens que aprender... praticamente tudo.
Mesmo as coisas que a gente já sabe fazer, é preciso aprender a fazê-las melhor, mais rápido, mais vezes. Vida é constante aprendizado. A gente lê, a gente conversa, a gente faz terapia, a gente se puxa pra tirar nota dez no quesito "sabe-tudo". Pois é. E o que a gente faz com aquilo que a gente pensava que sabia?
As crianças têm facilidade para aprender porque estão com a cabeça virgem de informações, há muito espaço para ser preenchido, muitos dados a serem assimilados sem a necessidade de cruzá-los: tudo é bem-vindo na infância. Mas nós já temos arquivos demais no nosso winchester cerebral. Para aprender coisas novas, é preciso antes deletar arquivos antigos. E isso não se faz com o simples apertar de uma tecla. Antes de aprender, é preciso dominar a arte de desaprender.
Desaprender a ser tão sensível, para conseguir vencer mais facilmente as barreiras que encontramos no caminho. Desaprender a ser tão exigente consigo mesmo, para poder se divertir com os próprios erros. Desaprender a ser tão coerente, pois a vida é incoerente por natureza e a gente precisa saber lidar com o inusitado. Desaprender a esperar que os outros leiam nosso pensamento: em vez de acreditar em telepatia, é melhor acreditar no poder da nossa voz. Desaprender a autocomiseração: enquanto perdemos tempo tendo pena da gente mesmo, os demais seguiram em frente.
A solução é voltar ao marco zero. Desaprender para aprender. Deletar para escrever em cima.
Houve um tempo em que eu pensava que, para isso, seria preciso nascer de novo, mas hoje sei que dá pra renascer várias vezes nesta mesma vida. Basta desaprender o receio de mudar. Martha Medeiros

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Relação Professor Aluno ( Paulo Freire).

Eixo 2 ativ. 2.6 Pitec

 REFLEXÃO DA APRENDIZAGEM SOBRE CURRÍCULO POR PROJETOS COM O USO DE TECNOLOGIAS
As novas maneiras de ensinar, aprender e desenvolver o currículo tem integrado diferentes tecnologias à prática pedagógica voltada à aprendizagem significativa do aluno, especialmente quando se trabalha com projetos. Sob essa ótica, o aluno, sujeito ativo da aprendizagem, aprende ao fazer, levantar e testar idéias, experimentar, aplicar conhecimentos e representar o pensamento. Cabe ao professor criar situações que provoquem os alunos a interagir entre si, trabalhar em grupo, buscar informações, dialogar com especialistas e produzir novos conhecimentos através de novas tecnologias.
Uma contribuição significativa está na comunicação e aprendizagem com o computador: o papel do computador no processo ensino-aprendizagem analisa as questões técnicas e pedagógicas envolvidas desde o uso das TICs na educação, mostrando que o grande desafio das novas tecnologias que vão ficando velhas sempre tem sido devidamente apropriado pelos professores é que o surgimento de outras tecnologias poderá causar impactos imprevisíveis. Há de se investir na preparação de professores para que possam compreender as características constitutivas das tecnologias disponíveis para combinar e integrar adequadamente o conhecimento técnico com propostas pedagógicas inovadoras.
Porém, no trabalho com projetos há de se ir além da superação de desafios, buscando esclarecer e formalizar os conceitos no desenvolvimento do trabalho para que se estabeleça a produção do conhecimento científico que vai tecendo o currículo na ação.
Portanto, diante dos estudos do eixo dois (2), é importante para nós educadores, repensar nossa prática pedagógica,  para que possamos integrar ao currículo por projetos, o uso de tecnologias, fazendo um zoom sobre a integração entre linguagens e mídias, propondo um diálogo que ilumine e articule as distintas formas de expressão propiciadas pelas características de cada uma delas, quando se permite aos alunos o uso de distintas tecnologias como protagonistas de suas produções.

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Painel da Proposta do Projeto. Eixo 2. Ativ.2.1

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Eixo 2 ativ. 2.5 Pitec


CULTURA DIGITAL E CURRÍCULO
É importante integrar a escola na cultura digital, porém preservando sempre os valores adquiridos ao longo do tempo na escola. A maior parte das escolas hoje já fornece a seus alunos acesso à tecnologia digital, pois possuem computadores, softwares e acesso à Internet, embora o tempo de acesso à tecnologia pelos alunos seja terrivelmente restringido pela razão número de alunos / número de máquinas disponíveis. Assim sendo, a escola e nós educadores, podemos concentrar nossos esforços naquilo que realmente importa que é a integração da cultura digital na escola, e saber  capacitar seus alunos para integrar a tecnologia na sua vida e nos seus afazeres, desenvolvendo, com a ajuda da tecnologia, as competências necessárias para melhorar a qualidade de sua vida. A escola deve explorar as formas em que a tecnologia e a cultura digital pode ajudar os alunos a aprender melhor, as culturas se misturam sem perder identidade, tanto professores quanto alunos se interagem diante do conhecimento. As novas tecnologias digitais condicionam, criam condições novas para a produção escolar, para “o fazer” escolar. Contribuem para que a sociedade escolar possa transformar cidadãos em grandes produtores de conhecimento.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Eixo 2 ativ. 2.4 Pitec


TECNOLOGIAS NO ENSINO APRENDIZAGEM
Houve um tempo em que o hábito de manter cadernos de anotações era algo bastante corriqueiro. Eram utilizados pelos leitores para o registro de trechos e passagens interessantes com que se deparava em suas leituras. Ao observar a fala de José Manuel Moran quando ele diz “Na sociedade da informação todos estamos aprendendo a conhecer, a comunicar-nos, a ensinar e aprender, a integrar o ser humano e o tecnológico; a integrar o audiovisual, o grupal e o social.” Segundo a fala, nossa sociedade está cada dia mais lhe dando com processos de conhecimentos mais voltados para a educação, e nós professores, precisamos abrir um maior canal de exploração de cada mídia como recurso pedagógico de apoio incondicional à nossa prática docente
Todo processo de mudança precisa de um rompimento na visão que temos da nossa cultura e de nós mesmos enquanto pessoas e profissionais.
Segundo Maturana: “As mudanças culturais ocorrem quando há as mudanças no emocionar que define as redes de conversação em que se vive.” Hoje, milhões de usuários de internet só no Brasil, essa tradição de escrita parece mais viva do que nunca, impulsionada por novas tecnologias e amplificada pela comunicação em rede. Não é exagero afirmar que e-mails, blogs e redes de relacionamento já deixaram sua marca na produção textual contemporânea.
Vygotsky dizia que “o pensamento propriamente dito é gerado pela motivação, isto é, por nossos desejos e necessidades, nossos interesses e emoções. Por trás de cada pensamento há uma tendência afetivo-volitiva. Uma compreensão plena e verdadeira do pensamento de outrem só é possível quando entendemos sua base afetivo-volitiva”. A chegada das novidades às escolas traz um ânimo novo ao processo educacional, inclusive para alunos e professores. E é essa nova motivação que fará com que alunos tenham mais curiosidade ao aprender e professores se qualifiquem melhor para suprir uma nova demanda do mercado. Para o aluno, a tecnologia tem, acima de tudo, um papel de inclusão grupal.
Com os recursos de conhecimentos cada vez mais expandidos, torna-se mais significativo o ensino aprendizagem dos alunos como também a qualificação de professores. A educação na sociedade da informação deve ser um fator que promova a igualdade social além do desenvolvimento pessoal e coletivo.