"Ser educador é ser um poeta do amor. Educar é acreditar na vida e ter esperança no futuro. Educar é semear com sabedoria e colher com paciência." Augusto Cury
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
TEXTO PARA REFLEXÃO
PRENDENDO A DESAPRENDER
Passamos a vida inteira ouvindo os sábios conselhos dos outros. Tens que aprender a ser mais flexível, tens que aprender a ser menos dramática, tens que aprender a ser mais discreta, tens que aprender... praticamente tudo.
Mesmo as coisas que a gente já sabe fazer, é preciso aprender a fazê-las melhor, mais rápido, mais vezes. Vida é constante aprendizado. A gente lê, a gente conversa, a gente faz terapia, a gente se puxa pra tirar nota dez no quesito "sabe-tudo". Pois é. E o que a gente faz com aquilo que a gente pensava que sabia?
As crianças têm facilidade para aprender porque estão com a cabeça virgem de informações, há muito espaço para ser preenchido, muitos dados a serem assimilados sem a necessidade de cruzá-los: tudo é bem-vindo na infância. Mas nós já temos arquivos demais no nosso winchester cerebral. Para aprender coisas novas, é preciso antes deletar arquivos antigos. E isso não se faz com o simples apertar de uma tecla. Antes de aprender, é preciso dominar a arte de desaprender.
Desaprender a ser tão sensível, para conseguir vencer mais facilmente as barreiras que encontramos no caminho. Desaprender a ser tão exigente consigo mesmo, para poder se divertir com os próprios erros. Desaprender a ser tão coerente, pois a vida é incoerente por natureza e a gente precisa saber lidar com o inusitado. Desaprender a esperar que os outros leiam nosso pensamento: em vez de acreditar em telepatia, é melhor acreditar no poder da nossa voz. Desaprender a autocomiseração: enquanto perdemos tempo tendo pena da gente mesmo, os demais seguiram em frente.
A solução é voltar ao marco zero. Desaprender para aprender. Deletar para escrever em cima.
Houve um tempo em que eu pensava que, para isso, seria preciso nascer de novo, mas hoje sei que dá pra renascer várias vezes nesta mesma vida. Basta desaprender o receio de mudar. Martha Medeiros
Passamos a vida inteira ouvindo os sábios conselhos dos outros. Tens que aprender a ser mais flexível, tens que aprender a ser menos dramática, tens que aprender a ser mais discreta, tens que aprender... praticamente tudo.
Mesmo as coisas que a gente já sabe fazer, é preciso aprender a fazê-las melhor, mais rápido, mais vezes. Vida é constante aprendizado. A gente lê, a gente conversa, a gente faz terapia, a gente se puxa pra tirar nota dez no quesito "sabe-tudo". Pois é. E o que a gente faz com aquilo que a gente pensava que sabia?
As crianças têm facilidade para aprender porque estão com a cabeça virgem de informações, há muito espaço para ser preenchido, muitos dados a serem assimilados sem a necessidade de cruzá-los: tudo é bem-vindo na infância. Mas nós já temos arquivos demais no nosso winchester cerebral. Para aprender coisas novas, é preciso antes deletar arquivos antigos. E isso não se faz com o simples apertar de uma tecla. Antes de aprender, é preciso dominar a arte de desaprender.
Desaprender a ser tão sensível, para conseguir vencer mais facilmente as barreiras que encontramos no caminho. Desaprender a ser tão exigente consigo mesmo, para poder se divertir com os próprios erros. Desaprender a ser tão coerente, pois a vida é incoerente por natureza e a gente precisa saber lidar com o inusitado. Desaprender a esperar que os outros leiam nosso pensamento: em vez de acreditar em telepatia, é melhor acreditar no poder da nossa voz. Desaprender a autocomiseração: enquanto perdemos tempo tendo pena da gente mesmo, os demais seguiram em frente.
A solução é voltar ao marco zero. Desaprender para aprender. Deletar para escrever em cima.
Houve um tempo em que eu pensava que, para isso, seria preciso nascer de novo, mas hoje sei que dá pra renascer várias vezes nesta mesma vida. Basta desaprender o receio de mudar. Martha Medeiros
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Eixo 2 ativ. 2.6 Pitec
REFLEXÃO DA APRENDIZAGEM SOBRE CURRÍCULO POR PROJETOS COM O USO DE TECNOLOGIAS
As novas
maneiras de ensinar, aprender e desenvolver o currículo tem integrado diferentes
tecnologias à prática pedagógica voltada à aprendizagem significativa do aluno,
especialmente quando se trabalha com projetos. Sob essa ótica, o aluno, sujeito
ativo da aprendizagem, aprende ao fazer, levantar e testar idéias,
experimentar, aplicar conhecimentos e representar o pensamento. Cabe ao
professor criar situações que provoquem os alunos a interagir entre si,
trabalhar em grupo, buscar informações, dialogar com especialistas e produzir
novos conhecimentos através de novas tecnologias.
Uma contribuição
significativa está na comunicação e aprendizagem com o computador: o papel do
computador no processo ensino-aprendizagem analisa as questões técnicas e
pedagógicas envolvidas desde o uso das TICs na educação, mostrando que o grande
desafio das novas tecnologias que vão ficando velhas sempre tem sido devidamente
apropriado pelos professores é que o surgimento de outras tecnologias poderá
causar impactos imprevisíveis. Há de se investir na preparação de professores
para que possam compreender as características constitutivas das tecnologias
disponíveis para combinar e integrar adequadamente o conhecimento técnico com
propostas pedagógicas inovadoras.
Porém, no
trabalho com projetos há de se ir além da superação de desafios, buscando
esclarecer e formalizar os conceitos no desenvolvimento do trabalho para que se
estabeleça a produção do conhecimento científico que vai tecendo o currículo na
ação.
Portanto, diante
dos estudos do eixo dois (2), é importante para nós educadores, repensar nossa
prática pedagógica, para que possamos integrar
ao currículo por projetos, o uso de tecnologias, fazendo um zoom sobre a
integração entre linguagens e mídias, propondo um diálogo que ilumine e
articule as distintas formas de expressão propiciadas pelas características de
cada uma delas, quando se permite aos alunos o uso de distintas tecnologias
como protagonistas de suas produções.
.
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Eixo 2 ativ. 2.5 Pitec
CULTURA DIGITAL E CURRÍCULO
É importante
integrar a escola na cultura digital, porém preservando sempre os valores
adquiridos ao longo do tempo na escola. A maior parte das escolas hoje já
fornece a seus alunos acesso à tecnologia digital, pois possuem computadores,
softwares e acesso à Internet, embora o tempo de acesso à tecnologia pelos
alunos seja terrivelmente restringido pela razão número de alunos / número de
máquinas disponíveis. Assim sendo, a escola e nós educadores, podemos
concentrar nossos esforços naquilo que realmente importa que é a integração da cultura
digital na escola, e saber capacitar
seus alunos para integrar a tecnologia na sua vida e nos seus afazeres,
desenvolvendo, com a ajuda da tecnologia, as competências necessárias para
melhorar a qualidade de sua vida. A escola deve explorar as formas em que a
tecnologia e a cultura digital pode ajudar os alunos a aprender melhor, as
culturas se misturam sem perder identidade, tanto professores quanto alunos se
interagem diante do conhecimento. As novas tecnologias digitais condicionam,
criam condições novas para a produção escolar, para “o fazer” escolar.
Contribuem para que a sociedade escolar possa transformar cidadãos em grandes produtores
de conhecimento.
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Eixo 2 ativ. 2.4 Pitec
TECNOLOGIAS
NO ENSINO APRENDIZAGEM
Houve um tempo
em que o hábito de manter cadernos de anotações era algo bastante corriqueiro. Eram
utilizados pelos leitores para o registro de trechos e passagens interessantes
com que se deparava em suas leituras. Ao observar a fala de José Manuel Moran
quando ele diz “Na sociedade da informação todos estamos aprendendo a conhecer,
a comunicar-nos, a ensinar e aprender, a integrar o ser humano e o tecnológico;
a integrar o audiovisual, o grupal e o social.” Segundo a fala, nossa sociedade
está cada dia mais lhe dando com processos de conhecimentos mais voltados para
a educação, e nós professores, precisamos abrir um maior canal de exploração de
cada mídia como recurso pedagógico de apoio incondicional à nossa prática
docente
Todo processo de
mudança precisa de um rompimento na visão que temos da nossa cultura e de nós
mesmos enquanto pessoas e profissionais.
Segundo
Maturana: “As mudanças culturais ocorrem quando há as mudanças no emocionar que
define as redes de conversação em que se vive.” Hoje, milhões de usuários de
internet só no Brasil, essa tradição de escrita parece mais viva do que nunca,
impulsionada por novas tecnologias e amplificada pela comunicação em rede. Não é exagero
afirmar que e-mails, blogs e redes de relacionamento já deixaram sua marca na
produção textual contemporânea.
Vygotsky dizia
que “o pensamento propriamente dito é gerado pela motivação, isto é, por nossos
desejos e necessidades, nossos interesses e emoções. Por trás de cada
pensamento há uma tendência afetivo-volitiva. Uma compreensão plena e
verdadeira do pensamento de outrem só é possível quando entendemos sua base
afetivo-volitiva”. A chegada das novidades às escolas traz um ânimo novo ao
processo educacional, inclusive para alunos e professores. E é essa nova
motivação que fará com que alunos tenham mais curiosidade ao aprender e
professores se qualifiquem melhor para suprir uma nova demanda do mercado. Para
o aluno, a tecnologia tem, acima de tudo, um papel de inclusão grupal.
Com os recursos
de conhecimentos cada vez mais expandidos, torna-se mais significativo o ensino
aprendizagem dos alunos como também a qualificação de professores. A educação
na sociedade da informação deve ser um fator que promova a igualdade social
além do desenvolvimento pessoal e coletivo.
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